Dia 3 de dezembro é uma data comemorativa internacional, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1998.

O objetivo é fomentar uma maior compreensão dos assuntos relativos à deficiência e mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar das pessoas. Procura-se também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela sua integração nas várias áreas da vida: política, social, económica e cultural.

Segundo a ONU, aproximadamente 10% da população mundial vive com algum tipo de deficiência física ou mental, das quais cerca de 80% em países em desenvolvimento.

A limitação consiste no meio em que a pessoa está inserida (as barreiras e obstáculos existentes nos espaços públicos e privados, nos meios de transporte e nos meios de comunicação) e não na própria pessoa com deficiência.

Desconhecimento, preconceito e falta de vontade política impedem o pleno desenvolvimento do potencial destas pessoas e da sua consequente autonomia.

No dia 3 de maio de 2008, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência foi aprovada e entrou em vigor o seu Protocolo Facultativo, sendo os princípios gerais da convenção os seguintes:

  • o respeito pela dignidade inerente, a autonomia individual, inclusive a liberdade de fazer as próprias escolhas, e a independência das pessoas;
  • a não discriminação;
  • a plena e efetiva participação e inclusão na sociedade;
  • o respeito pela diferença e pela aceitação das pessoas com deficiência como parte da diversidade humana e da humanidade;
  • a igualdade de oportunidades;
  • a acessibilidade;
  • a igualdade entre o homem e a mulher;
  • o respeito pelo desenvolvimento das capacidades das crianças com deficiência e pelo direito das crianças.

Criação de Sinalética Apropriada

Os pictogramas apresentados em slideshow foram desenhados por alunos do 12º de Comunicação, na disciplina de Comunicação Gráfica e Audiovisual, para serem utilizados no espaço escolar, a fim de alertar a comunidade para a existência e a atenção devida às pessoas portadoras de deficiência.

Consistem em imagens próprias da sinalética, monocromáticas e com um design muito simplificado, que possam ser facilmente interpretadas por qualquer pessoa, independentemente da sua língua, religião ou etnia.